Resenha número 53.

28 fevereiro 2012


Para Sempre Ana
Autor: Sérgio Carmach
Editora: Caravansarai
Nota: 

Sinopse: Na mística Três Luzes, o leitor percorre inicialmente três momentos afastados no tempo, onde três homens, de três gerações da família Rigotti, experimentam situações-limite pela influência de uma mesma mulher: Ana. A partir daí, a narrativa o leva a uma instigante viagem, nem sempre linear, entre meados do século XX e o início do XXI, na qual os dramas, o passado, o verdadeiro caráter e os segredos de cada personagem são pouco a pouco desnudados. A trama é conduzida pela busca de Ana e pela busca por Ana, forasteira misteriosa que abala os triluzianos e cuja trajetória se funde à dos demais em uma história carregada de luzes e sombras. A busca de Ana arrebata as emoções; a busca por Ana arrebata os sentidos. E ambas surpreendem. Sempre que tudo parece esclarecido, detalhes antes considerados sem importância provocam uma reviravolta geral na história. Até o último capítulo. Descubra se os mais atordoantes segredos de Três Luzes estão mesmo nos céus ou no fundo da alma de seus moradores.

Complexo. A primeira visão que tive do livro foi essa. O enredo vai e volta no passado e no presente dos fatos narrados. A trama envolve basicamente a geração masculina de uma mesma família, trazendo reviravoltas a todo o momento.
A cada capítulo, algo diferente é desvendado.
A cada mudança no tempo, é colocada a data do acontecimento.
Não vou entrar em detalhes pois não quero influenciar a leitura de ninguém, mas é um livro maravilhoso, indicado há todos que querem se apaixonar por Ana.



Sobre o autor: Carioca, nascido em 1968, casado pela segunda vez e pai de três filhos, Sergio Carmach escreve histórias desde a infância. Aos dez anos, embalado por um concurso literário, elaborou sua primeira narrativa longa, um conto de ficção científica chamado A Guerra Interplanetária. Aos dezesseis, começou a criar o primeiro romance, Judith e Joseph, o qual abandonou ao ingressar na Faculdade de Artes da PUC e, posteriormente, no CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da Reserva). No Exército, promovido a tenente temporário, participou da criação de softwares educacionais e iniciou seu trabalho como videomaker. Após elaborar as primeiras versões de Para Sempre Ana e de mais dois outros romances (A Pintora e Os Demônios de Amostheus), teve um texto sobre a obra de José Saramago publicado por duas universidades: UFSC e UNESA. Nesta última, cursou Direito, tornando-se, por fim, advogado.

2 comentários

  1. é a primeira vez que leio algo sobre esse livro, e confesso que narrativas desse tipo sempre me predem mais, pois ter varios acontecimentos e enigmas me ajudam a me manter presa na leitura.
    Abraços.

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  2. gostaria de ler esse livro, parece ser bom.

    Passa no meu blog? Tem promoções novas:
    http://just-livros.blogspot.com/
    bjos

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