[Resenha] A Primeira Chance

01 novembro 2015

A Primeira Chance
Autora: Abbi Glines
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 224
Sinopse: Harlow é uma jovem incomum. Filha de um astro do rock, a garota bonita e inocente nunca se aproveita da fama do pai e prefere levar uma vida sossegada. Mas seus dias de tranquilidade terminam quando ele sai numa longa turnê de nove meses e ela vai passar esse tempo na Flórida com sua meia-irmã Nan. O problema é que Nan a odeia. Acostumada a ser o centro das atenções, ela morre de inveja de Harlow, que, além de ser a queridinha do pai, atrai os olhares masculinos por onde passa. Harlow não entende por que Nan a maltrata tanto, mas acha melhor se esconder atrás de seus livros e passar o maior tempo possível no quarto para não correr o risco de provocar sua ira. Porém seus planos vão por água abaixo quando ela esbarra com Grant Carter de cueca na cozinha. Grant cometeu um terrível erro ao passar uma noite com Nan, sua ex. ela conhece seus pontos fracos e sabe seduzi-lo, mas ele se arrepende por ter caído em tentação. E logo no dia em que conhece Harlow, a garota que faz seu coração acelerar. Grant está desesperado para conquistá-la, mas será que destruiu suas chances antes mesmo de conhecê-la? Só o que Harlow quer dele é distância. Afinal, que tipo de pessoa se envolveria com uma criatura amarga feito Nan? Depois do sucesso das histórias de amor de Blaire e Rush, Woods e Della, Abbi Glines volta a Rosemary Beach para narrar o romance entre o playboy irresistível Grant Carter e Harlow Manning, a moça ingênua que roubou seu coração.

Depois de ter uma experiência não muito boa com Rush Finlay e a sonsa da Blaire, e de amar perdidamente Woods e Della, chegou finalmente a hora de conhecermos um pouco melhor um casal nada convencional.

Grant Carter é um dos melhores amigos de Rush Finlay. Eles se consideram como irmãos. Aliás, ele até teve um envolvimento com a irmã do amigo, Nan. E há pouco tempo ela havia descoberto que era filha de um astro do rock, Kiro Manning. Como se não bastasse isso, o cara tinha uma outra filha e, pelo que parecia, gostava muito mais dela do que de Nan. Aliás, quem conseguia engolir as chantagens da jovem mimada?

Mas quando ele conhece Harlow, tudo muda. Algo inexplicável acontece. Além da química, que é mais do que imediata, há uma coisa em seu peito que não estava antes. Ele sentia a necessidade de cuidar dela, de carregá-la em seus braços, de fazê-la feliz, de fazê-la mulher como nunca ninguém antes. E ele realmente consegue. Mas isso tudo acontece quando um outro melhor amigo falece. Sem chão, ele acaba encontrando sossego nos braços de Nan.

Ao acordar no dia seguinte, depois de uma noite sem dormir bem devido os barulhos do quarto ao lado, Harlow descobre quem havia passado a noite com sua “irmã”. Era Grant. Ele havia conquistado sua confiança e perdido ela em pouco mais de uns dias, talvez meses. Ela não tem mais certeza do que sente, mas se vê balançada sempre que ele está por perto, tentando protegê-la – mesmo que contra sua vontade.

E é quando ela mais precisa de alguém do seu lado que Grant provará seu amor.

“Mas você me deixou fraco. É uma das coisas em você que me assusta. Ninguém nunca me deixou tão vulnerável assim.”

Mas será que até o final de A Primeira Chance os dois permaneceram juntos? Ou será que agora é Harlow quem vai machucar o coração de outra pessoa?

A Primeira Chance é um livro repleto de reviravoltas. Seja no romance de Halow e Grant quanto na vida pessoal de cada um deles. Além disso, os dois renderam cenas pra lá de calientes, em locais diversificados. Acho que a única coisa que me irrita um pouco nos livros da Abbi seja o mimimi dos personagens femininos. Aqui, até Grant me deu nos nervos em alguns trechos hahaha. Mas mesmo assim, o amor que ele sente por ela, e as tentativas de provar isso à Harlow são inesquecíveis e renderam os melhores quotes.

Eu terminei a leitura e não soube dizer ao certo se havia amado ou odiado. As sensações vão de 8 a 80 em pouquíssimas páginas. Grant é o típico mimadinho sedutor, mas ver Harlow passar por cima de tudo o que sente apenas para não prejudicar o relacionamento familiar – no início – também foi maravilhoso.

A editora Arqueiro caprichou na arte da capa, envolvente, assim como o enredo. A diagramação interna seguiu o padrão dos outros livros da série Rosemary Beach, e os capítulos são alternados entre o ponto de vista dos dois personagens principais – coisa que eu adoooooro.


Agora estou curiosa pela continuação – que, aliás, chega no Brasil em Janeiro <3 . 


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