[Informativo] 20 curiosidades sobre Castelo Rá-Tim-Bum

29 maio 2016

Olá pessoal, tudo bem com vocês? A Revista Mundo Estranho disponibilizou uma lista com 20 curiosidades que você não sabia sobre Castelo Rá-Tim-Bum. Essa série fez parte da minha infância, assim como na de muitas outras pessoas, e é exatamente por isso que vamos disponibilizá-la na íntegra para vocês.

Confiram!



1) Ao longo da série, foram usados 800 figurinos diferentes.

2) Na ideia inicial dos criadores Cao Hamburger e Flávio de Souza, o castelo seria apenas um dos cenários. Haveria ainda uma vila e uma escola. O plano foi descartado porque era muito caro.

3) O nome seria Castelo do Doutor Victor ou Castelo Encantado. Mudou por exigência da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que havia conseguido um enorme retorno institucional patrocinando Rá-Tim-Bum e, por isso, queria manter a marca.

4) O orçamento do Castelo foi de US$ 2,5 milhões, divididos meio a meio pela Fiesp e pela TV Cultura.

5) Nino foi inspirado na Nina, personagem do primeiro programa Rá-Tim-Bum que morava com a boneca Careca em um quarto com móveis gigantes.

6) Durante um ano e meio, um carro da TV Cultura buscava Luciano Amaral (Pedro), Cynthia Rachel (Biba) e Fredy Allan (Zequinha) na escola e os levava à emissora, onde gravavam das 14h às 20h, com intervalos para lanchar e fazer a lição de casa.

7) Originalmente, a TV Cultura queria criar Rá-Tim-Bum 2, uma "continuação" do programa de imenso sucesso exibido entre 1990 e 1992.

8) O ratinho azul que ensinava a tomar banho e escovar os dentes deveria estrelar 16 esquetes. Mas, por falta de grana, só foram rodadas quatro - cada uma ao custo de US$ 3 mil.

9) Uma guerra de travesseiros em um dos episódios mandou o manipulador do fantoche da cobra Celeste, Álvaro Petersen Jr., para o hospital. Plumas acabaram dentro da árvore, causando uma alergia que o deixou três dias internado.

10) Os 90 episódios exigiram o trabalho direto de 250 pessoas e cerca de 5 mil horas de gravação.

11) Tap e Flap eram os únicos fantoches com "dublês": versões mais simples, sem componentes eletrônicos, eram usadas nas cenas em que sofriam quedas ou pancadas.

12) Maquiados como os gêmeos Tíbio e Perônio, os atores Flávio de Souza e Henrique Stroeter ficavam tão iguais que, nas gravações, precisavam se mexer para conseguir identificar quem era quem nos monitores.

13) O cenário interno foi construído em 360 graus, algo raro na TV. A câmera podia passear ou girar à vontade lá dentro, sem jamais revelar os bastidores da produção.

14) O quarto do Nino não havia sido planejado na planta original do castelo. Cao Hamburger só teve a ideia depois, quando já não havia espaço no estúdio. O jeito foi encaixá-lo embaixo da escada - por isso ele era tão apertado.

15) Castelo fez tanto sucesso em Portugal que o canal RTP propôs à TV Cultura a aquisição de todos os cenários. Eles queriam levá-lo de barco para a "terrinha" e gravar novos episódios.

16) Todos os quadros do Telekid ("Porque sim não é resposta!") foram gravados de uma vez só, em um único mês - e sempre nas madrugadas. Era o único horário em que o chroma-key (a tela verde substituída por um fundo digital) da TV Cultura estava disponível.

17) O Mau foi o boneco mais remodelado: antes de definirem seu visual final, houve nove versões, em cinco materiais diferentes.

18) Os traços físicos do relógio foram inspirados no apresentador Chacrinha. Repare na cartola, nos óculos e na gravata!

19) O visual do castelo teve várias influências: a arquitetura dos casarões do bairro do Bixiga, em São Paulo, as obras do catalão Antoni Gaudí, a estética do movimento art nouveau e até a paleta de cores dos filmes de Tim Burton.


20) Foram licenciados mais de 1.200 produtos com a marca.

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