[Informativo] Dia da Literatura Brasileira

01 maio 2016



Primeiro de maio é mundialmente conhecido como Dia do Trabalho. Mas você sabia que é também o Dia da Literatura Brasileira? Então vou indicar para vocês 5 livros contemporâneos, escritos aqui no Brasil, além de colocar no final uma lista com 5 livros clássicos.

Confiram!

FAÇA AMOR, NÃO FAÇA JOGO
IQUE CARVALHO

Em Faça amor, não faça jogo, encontramos a versão original e simples de Ique Carvalho. O homem maduro, responsável e amoroso, que sofreu diversas desilusões amorosas ao longo de seus pouco mais de 30 anos. O mais forte, talvez, tenha sido a descoberta da doença degenerativa do pai. Ver alguém que sempre foi seu exemplo de vida definhando lentamente foi o ápice para começar o blog The Love Code, transformado em livro no final de 2014.


PRESSÁGIO – O ASSASSINATO DA FREIRA NUA
LEONARDO BARROS

A verdade nua e crua de um assassinato, através dos olhos de Alice. O único problema é que é tudo como se fosse uma espécie de presságio que só é alcançado através do êxtase sexual. Será tudo não passa de sua imaginação?


MARIO PRATA ENTREVISTA UNS BRASILEIROS
MARIO PRATA

Repleto de ironias, Mario Prata Entrevista uns Brasileiros é um livro para ser degustado aos poucos e não deve ser lido por quem tem a cabecinha fechada, pois o autor é escrachado mesmo e não tem vergonha disso, rs.

RESENHA (E tem comentário do autor lá embaixo <3)

PARA ONDE VAI O AMOR
FABRÍCIO CARPINEJAR

Através de pequenas crônicas de fossa, nos perguntamos a todo momento para onde vai o amor depois de uma separação, depois da morte, ou de qualquer coisa que faça com que você se separe de seu/ sua amado(a). [...] No final das contas, há diversas formas que o amor pode tomar, mas não sabemos realmente para onde ele vai quando tudo termina. Fica a incógnita no ar. [...] Resenhar qualquer obra de Carpinejar é uma árdua tarefa. Ainda mais quando encontramos textos tão distintos e tão iguais ao mesmo tempo.


COLEGA DE QUARTO
VICTOR BONINI

Victor soube construir com maestria um grande enredo, o qual vejo facilmente nas telas do cinema. Há uma riqueza em detalhes que, em nenhum momento, foi excessiva. Eu já cansei de falar que quando há muito “detalhismo” nos livros, eu acabo pulando parágrafos – e, por vezes, até páginas. Mas isso foi impossível em Colega de Quarto. Tudo é de suma importância para a investigação do possível suicídio. Os personagens são muito bem elaborados e nos conquistam – ou não – logo de cara.


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